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Bacalion é um deus-bacalhau da Mitologia Funghi, e é a primeira divindade a aparecer nos textos referentes a essa mitologia encontrados na Escandinavia. É o deus dos mares e da vigilancia, originario do proprio sol, e chamado popularmente como Grande Bacalhau Divino, e foi a primeira divindade da Linhagem Pisciana (enquanto que Bhumus originou a Linhagem Myceliana). É descrito como sendo um deus paranoico e maligno que controla os mares e luta para tomar o poder dos outros deuses para controlar o mundo, o que ocorre desde os primordios deste.

NascimentoEditar

As origens de Bacalion remontam aos primordios do mundo, quando um pedaço da carne de sol primordial subiu aos ceus e assou com uma chapa quente, formando o sol. Depois, segundo a lenda, um pedaço do sol teria se partido e caido nos mares, formando Bacalion. Segundo consta nos textos de Mitologia Funghi, tão logo nasceu, Bacalion era tão maligno, que sua alma partiu-se por si só, pois não existia no mundo tanta malevolencia para uma só alma. Seu berro teria lançado todos os ceus do mundo primordial para o alto, formando um unico ceu. E a água lançada teria se prendido a abobada celeste em forma de espuma criando as nuvens brancas.

Quanto a sua alma, o pedaço restante teria formado uma concha, onde o som teria se infiltrado e seu berro acabado. O resto da alma que não formou a concha fugiu para fora dos mares e lá criou os ventos, e ao atingir o sol, criou a lua, a vegetação e etc.

O Assassinato de Bhumus e o Rapto de CalistaEditar

Sendo um pedaço do sol e da lua, Bacalion tinha a habilidade de ver tudo o que estava ao alcance da visão do sol e da lua. Assim sendo, quando os outros deuses (Bhumus, Calista e seus filhos, Olious e Ferrin) começaram a surgir, Bacalion teve novamente sua alma partida pela ira e criou com o proprio espirito os seres do mar, seus servos. Ordenou que pegassem Olious e Ferrin quando ainda bebês e os matassem cortando-os em tiras.

O plano deu errado, já que Calista fugiu com os recem-nascidos para dentro de uma caverna, fora do alcance da luz do sol ou da lua. Os servos de Bacalion, então, pegaram Bhumus e o mataram cortando-o em tiras como fariam com os bebês.

Quando Olious e Ferrin cresceram, sairam da gruta e expulsaram os servos de Bacalion. O Grande Bacalhau Divino então ondenou que uma onda raptasse Calista enquanto ela caminhava na orla da praia e a levasse até ele. Teve com ela quatro filhos: Perr, Igh, Erdya e Lsne. Perr e Erdya se revoltaram contra ele, o que resultou em uma luta constante pelo dominio dos mares, enquanto que Igh e Lsne aderiram a sua causa.

Os Repteis e a Morte de OliousEditar

No fundo dos oceanos, ao ver o surgimento de vários outros deuses, Bacalion chamou um de seus servos chamado Serpente e, junto com seus filhos Igh e Lsne, o transformou em um ser terrestre, Foi assim que, segundo a Mitologia Funghi, surgiram os repteis.

Bacalion ordenou a Serpente que matasse Olious no alto do Monte Funghi (tambem chamado Monte Mycelium), a morada dos deuses. A cobra foi até a montanha e envenenou Olious. Depois disso, Ferrin, seu irmão gêmeo, irado, pegou da serpente o proprio veneno, e bebeu, fazendo de si proprio meio deus, meio reptil. Ferrin jurou se vingar do Grande Bacalhau Divino, e junto com Inye, sua esposa, foi até o Monte Esfirra, onde fundou o Templo dos Mortos.

A Guerra dos DeusesEditar

Bacalion liderou um dos lados da Grande Guerra dos Deuses. Os deuses do Monte Mycelium travaram com ele e os deuses que o serviam uma guerra pelo controle do mundo primordial. Bacalion fez para si proprio uma acha de corais que cortava até mesmo o caos e declarou guerra as divindades do Monte Funghi.

A Água e o FogoEditar

Segundo a Mitologia Funghi, a água passou apagar o fogo logo após o surgimento deste. Constam nos textos líricos do Funghinismo que o fogo foi criado a partir do caos da guerra que se seguia. Bacalion, entretanto havia criado uma acha de corais capaz de cortar até mesmo ao caos, e consequentemente, também ao fogo, sendo que este era a personificação do próprio caos. Assim sendo, a água teve o poder de apagar o fogo.

As AvesEditar

Após notar que Bacalion vencia a guerra, Hjeenfeid, deus da inteligencia cognitiva, doma os poderes do fogo e derrete todos os seres de metal que os deuses do Mycelium utilizavam para a guerra, e produzindo várias ligas com os metais, recria a todos, aumentando suas habilidades, o que muda o rumo da guerra.

Bacalion, então, pega do fundo do solo o frango desfiado e cria as aves, como o frango, a mais pura forma do frango desfiado, o pato, a mais destrutiva das aves, e a galinha, a ave que reina a magia. Desse modo, as chances de vitoria da Grande Guerra voltam aos deuses dos mares.

A Queda dos MaresEditar

Erdya, a deusa da visão, desesperada pelo rumo da guerra, vê Ferrin em seu trono de granito em seu palacio no Monte Esfirra. Assim Perr, o deus do oculto viaja até os Montes Tyrr para pedir auxilio ao deus dos mortos. Todavia, Bacalion, sendo o deus da vigilancia, nota esse movimento de Perr, e o persegue durante todo o caminho ao Palacio da Morte. Ao chegar até lá o bacalhau fere o deus do oculto com sua acha, mas Ferrin, em seu trono vê o que ocorre e se liberta de sua loucura. Então tira das próprias ameias de uma das torres de seu templo também uma acha, mas esta feita de onix.

Ferrin e Bacalion lutam, mas o deus dos mares é derrotado, pelo fato de que os mortos enlouquecem sua mente, o que o faz baixar a guarda. O rei dos mortos, então, o descama e corta suas nadadeiras, e depois lança-o numa catapulta para os mares, onde ele caí em seu trono sem poder sair novamente.

Ferrin vai até o Monte Funghi, e os servos de Bacalion fogem em debandada, perdendo assim a batalha que se seguia.

Aguii, o Terror dos MaresEditar

Bacalion, ainda assim, não desiste de recuperar o poder da Terra, e cria uma água-viva gigante, chamada Aguii que tem a capacidade, não apenas de injetar substancias urticantes, como tambem de lançar eletricidade. Aguii ataca o Mycelium, mas Nerr, o deus dos ceus, o enfrenta, e absorve seu raio de eletricidade com seu bracelete, ganhando assim a capacidade de lançar relampagos. O deus dos ceus lança um relampago de proporções gigantescas contra a água-viva, incinerando-a e despedaçando-a, criando assim os cometas e os meteoros.

Isso marca o fim da guerra e a derrota de Bacalion e seus aliados.

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